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Marina Melo
sexta-feira, 11 de julho de 2025
segunda-feira, 9 de junho de 2025
Fichamento Lições de Arquitetura - Herman Hertzberger
Meu entendimento ao ler Lições de Arquitetura do Herman Hertzberger foi que a arquitetura tem um papel social muito forte. Uma das coisas que mais me marcou foi a importância de criar espaços intermediários, que fazem a ponte entre o público e o privado, tornando os ambientes mais acolhedores e convidativos. Também entendi que a forma de um edifício precisa ter competência, ou seja, ser clara e capaz de ser interpretada pelas pessoas de maneiras diferentes, dependendo da situação.
Achei muito interessante também como o livro mostra que os usuários devem ter liberdade para adaptar os espaços ao seu jeito de viver, para reafirmar sua identidade e criar novas possibilidades. Isso traz diversidade e torna a arquitetura mais viva. Também ficou claro pra mim que arquitetura tem uma implicação social forte: qualquer intervenção no espaço deve levar em conta tanto a privacidade quanto as relações sociais. E que o domínio público e o privado não precisam ser extremos — dá pra tornar o privado mais acessível e o público mais acolhedor, desde que haja respeito e proteção individual.
Uma outra coisa essencial que eu entendi é que a arquitetura precisa ser pensada para durar no tempo, mas sem ser rígida. Ou seja, o projeto deve ter uma estrutura que permita mudanças, adaptações e diferentes formas de uso ao longo dos anos. Isso garante que os espaços continuem sendo úteis, relevantes e vivos, mesmo quando as necessidades mudam. Um edifício que consegue absorver a passagem do tempo e continuar fazendo sentido para seus usuários é um exemplo de projeto bem-sucedido.
Outra ideia que me fez refletir foi que a boa arquitetura é aquela que consegue se adaptar, absorver mudanças e permitir múltiplas interpretações, sem impor um único modo de uso. Ela deve ser generosa, convidativa e polivalente, incentivando as pessoas a se sentirem à vontade, seja para estarem em grupo ou sozinhas, e evitando reforçar hierarquias.
No fim, o que mais ficou pra mim foi a ideia de que todo mundo deveria ter liberdade para se expressar dentro dos espaços — e que o arquiteto pode contribuir muito criando condições para isso acontecer.
domingo, 8 de junho de 2025
quarta-feira, 21 de maio de 2025
segunda-feira, 19 de maio de 2025
domingo, 18 de maio de 2025
segunda-feira, 12 de maio de 2025
Fichamento - Design: Obstáculo para remoção de obstáculos?
No texto "Design: Obstáculo para remoção de Obstáculos?", Vilém Flusser questiona a função do design na sociedade contemporânea, mostrando como ele, ao invés de apenas facilitar a vida, muitas vezes cria novos obstáculos. O argumento principal é que o design está tão presente em nosso cotidiano que os objetos acabam se tornando ídolos, fazendo com que a humanidade os venere e se esqueça de seu real propósito. Flusser propõe uma reflexão crítica sobre essa relação, defendendo que os designers têm a responsabilidade de criar com consciência, considerando a efemeridade dos objetos e sua influência cultural. As três perguntas elaboradas pelo grupo durante a aula: Por que a consciência da efemeridade dos objetos contribui para a criação responsável?; Como a humanidade passou a ver objetos como ídolos?; e Qual é o papel dos designers na transformação mencionada por Flusser?
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Olá! Meu nome é Marina, tenho 18 anos e vim de Bom Jesus do Itabapoana - RJ. Para ser sincera, nunca soube qual faculdade escolher até o f...
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